Decidir uma parceria pelo EMV tradicional ou pelo Eluvi Media Value calibrado leva a resultados diferentes — veja o impacto real dessa escolha.
Aprova a parceria só pelo alcance — sem considerar quem entrega ou pra quem entrega.
A diferença entre decidir por EMV tradicional e por Eluvi Media Value aparece no momento exato da decisão — não depois. É o momento em que a mesma proposta de parceria pode parecer um bom negócio ou um investimento arriscado, dependendo de qual número você está olhando.
Depois de intermediar mais de 50 mil parcerias, dá pra colocar lado a lado o que muda quando uma empresa decide só pelo alcance versus quando decide pelo Media Value calibrado.
O EMV tradicional aprova parcerias que o Media Value teria sinalizado como risco — e isso só fica claro depois que o dinheiro já foi gasto.
Cenário ilustrativo: mesma proposta, duas formas de decidir
Uma marca de turismo recebe uma proposta de parceria: creator com 184 mil views médias por Reels, pedindo R$ 3.500 pela entrega. Veja como a decisão muda dependendo do número usado — este é um exemplo hipotético, não um caso real, pra ilustrar o mecanismo:
Decidindo pelo EMV tradicional
O EMV desse alcance, no CPM de referência do mercado, fica em torno de R$ 3.000. Como o valor pedido (R$ 3.500) está próximo do EMV, a proposta parece razoável — e é aprovada só com base nesse número.
Decidindo pelo Eluvi Media Value
O mesmo alcance, calibrado por confiabilidade (histórico irregular de entregas) e fit (público não totalmente alinhado com a categoria do negócio), resulta em um Media Value de aproximadamente R$ 3.658 — mas com multiplicadores que, em outro cenário com histórico pior, poderiam facilmente colocar o valor bem abaixo do que está sendo pedido. A decisão passa a considerar não só "esse alcance vale R$ 3.500?", mas "esse creator específico, pra essa categoria específica, vale isso?".
A pergunta que o EMV tradicional nunca faz — "esse creator específico vale isso pra esse negócio específico?" — é exatamente a pergunta que o Media Value calibrado responde.
O que muda no resultado do negócio
Empresas que decidem só pelo EMV tendem a aprovar parcerias com base num número que qualquer creator com o mesmo alcance atingiria — o que significa que a variável de decisão real acaba sendo só "gostei do perfil" ou "o preço parece justo". Empresas que decidem pelo Media Value calibrado têm uma camada a mais de informação: se aquele creator específico, com aquele histórico específico, pra aquela audiência específica, tende a gerar o retorno que o preço pedido sugere.
Perguntas frequentes
O Media Value sempre dá um valor mais baixo que o EMV?
Não necessariamente — quando confiabilidade e fit são altos, o Media Value pode ficar próximo ou até acima do EMV genérico. A diferença é que ele reflete a combinação específica, não é sempre pra baixo.
Esse exemplo é um caso real da Eluvi?
Não — é um cenário ilustrativo construído pra mostrar o mecanismo de decisão, com números hipotéticos.
Uma empresa pode usar os dois números ao mesmo tempo?
Pode, mas o Media Value calibrado é o que efetivamente adiciona a informação que falta no EMV isolado.
Continue nessa série
- O que é Media Value e como medir o ROI de influenciadores de verdade — o panorama geral do modelo.
- 5 exemplos de Media Value na prática — mais cenários de decisão como este.
- Confiabilidade do creator — o multiplicador que puxou o valor pra baixo no exemplo acima.
- Fit entre creator e marca — o outro multiplicador do exemplo.
Quer entender como o Eluvi Media Value funciona em detalhe, ou como aplicar isso nas suas parcerias com creators?
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